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Uma breve introdução à automação

22/12/2017

A automação residencial não é um conceito tão recente assim. Ele foi solidificado há mais de 30 anos pela National Association of Home Builders, que cunhou o termo “Smart House” (Casa Inteligente) para indicar a inclusão de tecnologia no projeto de uma residência. Porém, o conceito de automação residencial tem raízes ainda mais antigas, com empresas de automação como a X10, que realizava a comunicação entre diversos aparelhos por meio da rede elétrica na década de 70, e até mesmo o ECHO IV, considerado, em 1966, o primeiro computador para casa, capaz de criar listas de compras, controlar a temperatura da casa e ligar e desligar diversos aparelhos. 

 

O ECHO IV - Fonte da imagem

 

Com o recente avanço da internet, das tecnologias sem fio e o aumento do poder computacional de celulares e computadores, ocorreu uma febre de surgimento de aparelhos inteligentes, conhecidos como “smart devices”. Eles são capazes de receber comandos externos e realizar diversas tarefas, como acender a luz, ligar o forno elétrico, controlar a TV e a climatização da sua casa, tudo isso com o controle na palma da sua mão, por meio do celular ou de assistentes pessoais como a Alexa da Amazon, a Siri da Apple ou a assistente da Google. 

 

 Os assistentes pessoais Google Home e Amazon Echo - Fonte da imagem

 

Sendo assim, a automação residencial, também conhecida como domótica, possui, nos dias de hoje, o conceito de permitir a gestão de todos os recursos habitacionais. O termo “domótica” vem da união da palavra “domus”, que vem do Latim e quer dizer casa, e a palavra “robótica”, que representa o controle automatizado de algo. Ou seja, é a capacidade de integrar e agregar sistemas para aumentar o conforto, praticidade e comodidade de uma casa. Além disso, mais recentemente, essas facilidades foram estendidas para fora da sua casa por meio da internet, permitindo o monitoramento e controle dos seus aparelhos de qualquer lugar do mundo. 

 

É importante notar que a automação residencial dos dias de hoje deve ser mais adaptável ao cliente, ser mais programável e personalizável, podendo, em cenários mais avançados, até aprender os hábitos do mesmo. Dessa forma, sensores de presença, interruptores com temporizadores predefinidos, dimmers, entre outros, não formam, por si só, sistemas de automação. Entretanto, se eles estiverem ligados a módulos que consigam integrar as informações e possam ser controlados, de uma maneira intuitiva, pelo usuário, então, eles se tornam parte deste novo conceito de automação residencial. 

 

 

Fonte: http://mashable.com/2015/01/08/smart-home-tech-ces/#x.8_OTsOakqd

Fonte: https://www.cnet.com/news/smart-home-buying-guide-home-automation/

Fonte: https://bridgeaudio.company/automacao/

 

 

 

 

 

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